quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Feliz ano novo de 2016.

O Blog do Marcinho deseja um caloroso feliz 2016.

Apreciem a foto com moderação.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Livros na faixa.

Há uns dias atrás estava ouvindo a rádio Estadão 92,9 FM e lá o gerente de marketing Mauro Scarpinatti era o entrevistado falando a respeito de livros disponibilizados em 12 terminais de ônibus (dos 30 existentes na capital) tanto para coleta quanto para doação. O projeto pertence à SPTRANS e chama-se Livro na Faixa.

Os livros ficam nas estantes dentro dos terminais. Os exemplares que lá ficam não se esgotam, pois recomenda - se na hora de retirar,  doar outro para repor.

Esse projeto Livro na Faixa iniciou - se em 2014. Há livros de todos os gêneros. Dos internacionais aos nacionais. Destinados a todos os usuários do sistema de transporte público da cidade de São Paulo.

Maiores informações nos sites:

www.sptrans.com.br/livro
www.sptrans.com.br/biblioteca

Para doar, mande um email para:

marketing@sptrans.com.br.

Ou ligue para 11-3396-7846.

Os livros estão nos seguintes terminais da cidade de São Paulo: A.E. Carvalho, Lapa, Carrão,  Jardim Ângela,  Guarapiranga,  Santo Amaro,  Parque Dom Pedro II,  Campo Limpo, Capelinha,  Bandeira,  Pirituba e Grajaú.

Como moro na zona norte,  precisava ter nos terminais de Santana,  Casa Verde ou Cachoeirinha, embora ao meu ver, fisicamente,  não sejam locais de grande  abrangência de espaços.  Mas se pode dar um jeito.  Incentivo à leitura é muito importante.  Até mesmo  o gerente Mauro Scarpinatti dizia na entrevista que as doações vêm aumentando e surpreendendo. Muito bom.

E que  esse incentivo possa ser expandido para demais terminais de outras cidades da Grande São Paulo e interior. Para um país se tornar uma nação de leitores é dessa forma que se inicia.

Livros que já li em minha vida (parte II)

Novas aventuras de Pedro Malasartes.

O que falar dessas fantásticas aventuras narradas por Hernani Donato?

Li este livro pela primeira vez no ano de 1991. Já se são praticamente 25 anos atrás. Estava na terceira série do Ensno Fundamental no meu amado Colégio "SAA", professora Eunice Casquel Lopes.

Livros bons nunca envelhecem. Pela foto vê -se um pouquinho deteriorado. Mas é devido ao tempo.

O livro conta sobre experiências vividas por Malasartes em todos os lugares que passou para retornar à casa onde nasceu e rever sua mãe. Em todas suas aventuras, sempre precisou usar de sua astúcia para resolver problemas. E suas soluções sempre foram divertidas e inteligentes.

No final do livro ele encerra com uma frase muito bonita que é assim: "Querem saber de uma coisa?...O mundo é grande e belo, mas nem é tão grande nem é tão belo como o quintal da casa onde a gente tenha nascido."

Boa leitura.

domingo, 27 de dezembro de 2015

Minha melhor forma de expressão: a escrita.

De fato a escrita é a minha melhor maneira de expressar sobre absolutamente tudo.

Minhas opiniões,  meus pensamentos, minhas ideias, meus argumentos, minhas discussões, minhas expressões são escrevendo.

Qualquer um pode perceber que me vendo expressar falando é um pouco dificultosa. Mas na escrita é completamente fluente. O que não consigo falar bem verbalmente falo muito bem em palavras mediante texto.

Isso tanto em frase única, na poesia,  na composição musical, na narrativa,  na descrição ou na dissertação. Com qualquer uma delas me dou muito bem. 

Talvez algum dia fazendo um curso de oratória, de locução ou de expressão verbal eu venha fluir positivamente. Mas por enquanto é com as palavras escritas que sempre funcionam.

Por isso mesmo que da parte musical (por exemplo)  me considero apenas um compositor de músicas e não um cantor. Cantor e compositor são coisas diferentes. Mas obviamente de vez em quando faço exercícios vocais para mostrar boa afinação ao cantar as minhas próprias composições.

Articular meus pensamentos é escrevendo. Falo com orgulho. Não meço palavras. Para mim, sou o melhor na arte de escrever, mesmo. Na escrita eu vou e volto, reescrevo, tenho disciplina. Sem medo, sem cerimônia.

Assim vai sendo até que eu venha desenvolver muito bem outras habilidades de manifestação.

sábado, 26 de dezembro de 2015

Reflexão.

Uma coisa que aprendo sempre é: aquilo que for importante para você  (seja o que for) nunca lhe será esquecido.
O que não for importante para você  (seja o que for) lhe será sempre esquecido.
Isso serve para qualquer pessoa em tudo na vida. Seja algo emprestado,  algo a ser  prometido, algo guardado, falado, ouvido, visto ou escrito.

Livros que já li em minha vida (parte I).

Olá.

Mais uma vez cá estou postando um texto interessante.

Estou estreando uma série neste blog chamada "Livros que já li em minha vida".  Trata-se meramente de comentar, discutir, criticar, elogiar ou recomendar livros que eu já li desde a minha infância até este presente momento. É uma série que não terá uma sequencia exata de publicação. Ou seja, a próxima postagem da série não terá prazo de entrega. Posso postar um comentário de um livro hoje e o próximo ser daqui a 6 meses, por exemplo. E durante esse intervalo continuarei postando outras coisas que eu achar interessante de escrever. Este blog é livre. Nele falo do que eu quiser. Sua temática é 100% abrangente.

E como estreia, quero falar de um livro muito bom chamado "Palmares", de Luiz Galdino.

A primeira vez que eu o li foi em 1994 na escola. O professor de História chamado Maurício nos recomendou lê-lo, pois faria parte da nota de História. E assim foi.

Não me lembro com exatidão, mas acho que eu tinha tirado nota 8,5.

Desde aquele ano até então, li e reli outras vezes "Palmares" com muito prazer. Tenho esse livro comigo até hoje.

Conta a história de Zumbi, chefe do quilombo de Palmares. Lugar de refúgio de negros escravizados que fugiram da terrível escravidão da época em busca da liberdade.

O livro conta com personagens marcantes como Ganga-Zumba, Cosme, Damião, Domingos Jorge Velho, o início do quilombo e seu triste fim.

Cem por cento recomendado. Livros bons nunca envelhecem.

Bom dia.

Bom dia.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

O gosto do feriado de Natal numa sexta feira.

Graças a Deus que hoje é sexta feira,  feriado de Natal, 25  de dezembro.

Tenho mais dois dias para desfrutar o gozo do descanso.

Ano que vem e 2017 não haverá esse gostinho de feriado; apenas em 2018, quando o feriado cair na segunda feira.

Feliz Natal.

Caríssimos,

Desejo felicidades de montão a todos que  lêem este post.

Ótimo início de fim de semana abençoado com paz, saúde,  prosperidade e muita diversão.

Que o Blog do Marcinho cresça e que haja muitas publicações legais.

Assim é e assim será cumprido.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

A epístola de Temer.

A carta foi escrita em 07 de dezembro de 2015. O rebuliço aconteceu em 08 de dezembro de 2015. A temperatura subiu. A capital do meu país Brasília ficou "abalada". As redes sociais "bombaram".

O atual vice-presidente da República Michel Temer encaminhou uma carta à presidente dizendo sobre suas mágoas, desapontamentos e a desconfiança de Dilma sobre ele e o partido dele, PMDB.


O uso deste blog hoje é simplesmente para deixar em memória o que pode acontecer no futuro político do país. E o que pode acontecer é simplesmente a destituição (impeachment) de Dilma Rousseff da presidência da República, devido a uma série de fatores como descrédito do povo ao governo, crise política, inflação, recessão econômica e etc.

Neste momento não se fala em rompimento do vice e do PMDB com o governo. O que está prevalecendo na temática da epístola de Temer é sobre DESCONFIANÇA e um desabafo como o próprio descreve em sua escrita logo abaixo:

São Paulo, 07 de Dezembro de 2.015.

Senhora Presidente,

"Verba volant, scripta manent" (As palavras voam, os escritos permanecem)

Por isso lhe escrevo. Muito a propósito do intenso noticiário destes últimos dias e de tudo que me chega aos ouvidos das conversas no Palácio. 

Esta é uma carta pessoal. É um desabafo que já deveria ter feito há muito tempo. 

Desde logo lhe digo que não é preciso alardear publicamente a necessidade da minha lealdade. Tenho-a revelado ao longo destes cinco anos.

Lealdade institucional pautada pelo art. 79 da Constituição Federal. Sei quais são as funções do Vice. À minha natural discrição conectei aquela derivada daquele dispositivo constitucional.
Entretanto, sempre tive ciência da absoluta desconfiança da senhora e do seu entorno em relação a mim e ao PMDB. Desconfiança incompatível com o que fizemos para manter o apoio pessoal e partidário ao seu governo.

Basta ressaltar que na última convenção apenas 59,9% votaram pela aliança. E só o fizeram, ouso registrar, por que era eu o candidato à reeleição à Vice.

Tenho mantido a unidade do PMDB apoiando seu governo usando o prestígio político que tenho advindo da credibilidade e do respeito que granjeei no partido. Isso tudo não gerou confiança em mim. Gera desconfiança e menosprezo do governo.

Vamos aos fatos. Exemplifico alguns deles.

1. Passei os quatro primeiros anos de governo como vice decorativo. A Senhora sabe disso. Perdi todo protagonismo político que tivera no passado e que poderia ter sido usado pelo governo. Só era chamado para resolver as votações do PMDB e as crises políticas. 

2. Jamais eu ou o PMDB fomos chamados para discutir formulações econômicas ou políticas do país; éramos meros acessórios, secundários, subsidiários. 

3. A senhora, no segundo mandato, à última hora, não renovou o Ministério da Aviação Civil onde o Moreira Franco fez belíssimo trabalho elogiado durante a Copa do Mundo. Sabia que ele era uma indicação minha. Quis, portanto, desvalorizar-me. Cheguei a registrar este fato no dia seguinte, ao telefone.

4. No episódio Eliseu Padilha, mais recente, ele deixou o Ministério em razão de muitas "desfeitas", culminando com o que o governo fez a ele, Ministro, retirando sem nenhum aviso prévio, nome com perfil técnico que ele, Ministro da área, indicara para a ANAC. Alardeou-se a) que fora retaliação a mim; b) que ele saiu porque faz parte de uma suposta "conspiração".

5. Quando a senhora fez um apelo para que eu assumisse a coordenação política, no momento em que o governo estava muito desprestigiado, atendi e fizemos, eu e o Padilha, aprovar o ajuste fiscal. Tema difícil porque dizia respeito aos trabalhadores e aos empresários. Não titubeamos. Estava em jogo o país. Quando se aprovou o ajuste, nada mais do que fazíamos tinha sequência no governo. Os acordos assumidos no Parlamento não foram cumpridos. Realizamos mais de 60 reuniões de lideres e bancadas ao longo do tempo solicitando apoio com a nossa credibilidade. Fomos obrigados a deixar aquela coordenação.

6. De qualquer forma, sou Presidente do PMDB e a senhora resolveu ignorar-me chamando o líder Picciani e seu pai para fazer um acordo sem nenhuma comunicação ao seu Vice e Presidente do Partido. Os dois ministros, sabe a senhora, foram nomeados por ele. E a senhora não teve a menor preocupação em eliminar do governo o Deputado Edinho Araújo, deputado de São Paulo e a mim ligado. 

7. Democrata que sou, converso, sim, senhora Presidente, com a oposição. Sempre o fiz, pelos 24 anos que passei no Parlamento. Aliás, a primeira medida provisória do ajuste foi aprovada graças aos 8 (oito) votos do DEM, 6 (seis) do PSB e 3 do PV, recordando que foi aprovado por apenas 22 votos. Sou criticado por isso, numa visão equivocada do nosso sistema. E não foi sem razão que em duas oportunidades ressaltei que deveríamos reunificar o país. O Palácio resolveu difundir e criticar. 
 
8. Recordo, ainda, que a senhora, na posse, manteve reunião de duas horas com o Vice Presidente Joe Biden - com quem construí boa amizade - sem convidar-me o que gerou em seus assessores a pergunta: o que é que houve que numa reunião com o Vice Presidente dos Estados Unidos, o do Brasil não se faz presente? Antes, no episódio da "espionagem" americana, quando as conversar começaram a ser retomadas, a senhora mandava o Ministro da Justiça, para conversar com o Vice Presidente dos Estados Unidos. Tudo isso tem significado absoluta falta de confiança;

9. Mais recentemente, conversa nossa (das duas maiores autoridades do país) foi divulgada e de maneira inverídica sem nenhuma conexão com o teor da conversa.

10. Até o programa "Uma Ponte para o Futuro", aplaudido pela sociedade, cujas propostas poderiam ser utilizadas para recuperar a economia e resgatar a confiança foi tido como manobra desleal.

11. PMDB tem ciência de que o governo busca promover a sua divisão, o que já tentou no passado, sem sucesso. A senhora sabe que, como Presidente do PMDB, devo manter cauteloso silencio com o objetivo de procurar o que sempre fiz: a unidade partidária.

Passados estes momentos críticos, tenho certeza de que o País terá tranquilidade para crescer e consolidar as conquistas sociais.

Finalmente, sei que a senhora não tem confiança em mim e no PMDB, hoje, e não terá amanhã. Lamento, mas esta é a minha convicção.

Respeitosamente, 

\ L TEMER
A Sua Excelência a Senhora

Doutora DILMA ROUSSEFF

DO. Presidente da República do Brasil

Palácio do Planalto
 

domingo, 6 de dezembro de 2015

Idéias e atitudes nazistas no mundo atual.

Até o dia de hoje muitos judeus da época do holocausto e seus descendentes não obtiveram o direito de serem indenizados a respeito das torturas e mortes que sofreram na Segunda Guerra Mundial.

As ideias nazistas desde aqueles tempos mesmo não sendo tão fortes hoje, continuam à tona em alguns lugares do planeta;  inclusive no Brasil como os skinheads que matam e batem em negros, homossexuais e estrangeiros.

Essa ideia de haver uma "raça superiora" às outras como Adolf Hitler (líder nazista) tinha, infelizmente só causou destruição e sofrimento a muitas pessoas. Seis milhões de judeus foram mortos para se ter uma noção do quão terrível era essa ideologia.

É incrível como pessoas se odeiam,  são cruéis e matam às outras criando e pondo em prática  campos de concentração,  câmaras de gás, lança chamas, bombas e armas contra os outros.

Para quê esses conceitos de superioridade e liquidar com as outras raças? O que se ganha com isso?  Para quê ser maligno e cruel?  E por que não todos nós vivermos em comunhão,  felizes e em paz com todos?

Analisando e finalizando este assunto. 

O bom acaba; mas vem outro bom e o mal acaba; mas vem outro mal. E este "outro mal" que vem, é o preconceito do ontem, do hoje e do amanhã.  Nós temos à mão o poder de acabar com o "mal do amanhã", permanecendo só como verdadeiro "bão". E ficarão todas as raças unidas algum dia? Com certeza que sim.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Omayra Sanchez.

Hoje, 16 de novembro de 2015 faz exatamente 30 anos da morte da menina Omayra Sanchez, de apenas 13 anos de idade.

Quem foi Omayra Sanchez?

Omayra Sanchez Garzón nasceu em 28 de agosto de 1972 na cidade de Armero, país da Colômbia.

Em novembro do ano de 1985 aconteceu o que é considerado até hoje o maior desastre natural na história da Colômbia. O vulcão denominado Nevado del Ruiz evacuou lavas destruindo a cidade. Oymara ficou conhecida pelo mundo todo naquela época por ter permanecido cerca de 3 dias presa na lama e pelos escombros de sua residência. As televisões passaram com ela nos 3 dias de sobrevivência.


Os socorristas ao tentarem tirá-la, viram que era impossível. Necessário era retirar as pernas, amputando-as. Houve a opção de trazer uma motocicleta-bomba para sugar mais o nível de água submersa.

O problema era que a única disponível estava na cidade de  Medelín, distante do local.  Empresas Públicas recusaram-se a emprestar as suas, preferindo deixá-la falecer.

Numa entrevista, Omayra falou suas últimas frases à sua mãe: "Mãe, se você me ouvir, eu quero que você ore por mim para que tudo corra bem".

A menina foi forte. A menina foi valente até seu último suspiro. Essas informações foram passadas pelos agentes humanitários e por jornalistas que estavam presentes com ela em todo o instante. Por três dias, Omayra apenas pensava voltar para a escola e fazer as provas que tanto queria.

O fotógrafo Frank Fournier tirou uma foto dela que espalhou-se pelo mundo. A fotografia foi publicada meses depois que a menina morreu devido a gangrena e hipotermia. 

A morte de Omayra Sanches deixou em evidência a falha de colaboradores em dar resposta à ameaça do vulcão, contrariando os esforços de socorristas voluntários que tentavam tratar dela presa, apesar da escassez de suprimentos e equipamentos.

 O jornalista jornalista, escritor e diplomata colombiano Gérman Santa María Barragán (que havia acompanhado de perto todo o sofrimento vivido por Omayra) disse ao jornal colombiano El Tiempo em 23 de novembro de 1985 a declaração: "A Colômbia e metade do mundo ficou com a amarga sensação de que Omayra Sánchez poderia ter sido capaz de continuar a viver depois de permanecer por quase 60 horas presa da cabeça aos pés em meio a escombros de Armero. Seu rosto, suas palavras e sua coragem, que transmitidos para o mundo na televisão era uma imagem comovente nos maiores jornais e revistas dos Estados Unidos e da Europa, manteve-se em testemunho de acusação contra aqueles que poderiam ter, no mínimo, feito a tragédia menos grave."

Abaixo, dois vídeos em espanhol sobre Omayra e a tragédia de Armero.

video video
 Esta foi a história de Omayra Sánchez, 30 anos de sua morte, uma menina de apenas 13 anos de idade.