segunda-feira, 21 de outubro de 2013

A dor que deveras sente.

Olha, todos os anos sempre faço check-up da minha saúde. Mas confesso que nem fazendo isso cuido plenamente dela. Se sinto alguma dor, fico sentindo-a até que ela cesse. E quando não para, acabo recorrendo à medicina. Neste mês de outubro de 2013 não foi diferente.

No meu serviço comecei a trampar à noite e com alguns colegas temporariamente nesse horário das 5 da tarde até meia-noite. E durante esse período minha rotina mudou completamente.

Deixei de comer frutas e verduras. Passei a comer pizzas e tomar refrigerantes quase que diariamente, já que os colegas pediam na pizzaria. E quando não era pizza, era beirute ou esfiha. Não sou de tomar refrigerante. Dificilmente. Apenas em momentos especiais como aniversários ou churrascos. E desta vez caprichei.

Cinco ou seis dias depois de comer tanta massa e beber Coca-cola, Fanta e guaraná, iniciou-se na parte direita do meu abdômen uma dor incômoda. Parecia que havia algo parado. Ia ao banheiro, soltava gases, aliviava um pouco, mas a dor persistia. E fiquei deixando isso passar.

Dois dias, cinco dias, oito dias, dez dias. Nada de passar. Já havia voltado a comer frutas, verduras dias antes e como era antigamente sempre. Não parava a dor. E o hábito diário de fazer o "número dois" permanecia normal. Eliminava as fezes costumeiramente e estavam sempre no aspecto normal que sempre foi, o que achava bem estranho a dor prosseguir.

Nesses dias a gente fica com mil e uma coisas na cabeça...será apendicite ou diverticulite (doença que matou o Tancredo Neves)? E vivia imaginando o Tancredo que aparecia publicamente pondo a mão na barriga de dor. Medo. Pensava eu tendo que ser operado, fazer lavagem intestinal, achava que estava com obstrução... Minha imaginação para tragédias é perfeita. (Risos). Mas enfim...

Quase quinze dias. recorri ao Leite de Magnésia. A dor aliviou consideravelmente porém, não terminava.

Não teve jeito. Fui ao médico ver o que era isso.  Expliquei a rotina mudada repentinamente. Era uma doutora. A medida que explicava ela já entendia o que podia estar acontecendo. Pressão normal: 11 por 8. Coração e respiração OK. Hora de examinar a barriguinha. Ela punha as mãos, examinava e eu só sentindo cócegas. Nada doía. Somente cócegas. E ela descobriu o que eu tinha: dor funcional. Minha barriga estava cheia de gases acumulados e parados. O excesso de amido da farinha de trigo da massa de pizzas contribui para a façanha.

Me receitou uns dois remédios: digeplus e prolive. A melhora foi esplêndida. Sarei. A dor desapareceu. Excelente!!!

Veja como são as coisas, não!!??? Incrível tais circunstâncias como essa. Fazer o quê. A dor que deveras sente...

Literalmente percebemos que as pessoas têm que cuidar da saúde. Não tem jeito. Independentemente da idade, seja pequeno, grande, jovem ou idoso. Tem que se cuidar sempre.

Taí a experiência vivida. Espero que isso sirva de lição para todos que leem este post. Dor que insiste por mais de 48 horas deve-se ir ao médico logo. E outra coisa para finalizar: quando disse à doutora que poderia ser apendicite, ela disse que não era, pois apendicite dura no máximo em 72 horas e a dor é bem perto da virilha. Começa branda até ficar muito forte a dor do apêndice. É preciso ir imediatamente ao pronto socorro. O apêndice inflamado dói até estourar em 72 horas. Vá antes disso.

É isso aí.

Saudações blogueiras. Abraços.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

[Voltei] Ao casar convide todos que trabalham ou convivem ao seu redor!

Olá, pessoal, tudo bem? Bom, eu não morri e estou aqui (risos).

Este blog mesmo que eu fique um tempo sem mexer nele, jamais será deletado ou excluído da minha vida.

Muitas vezes a gente tem que se ausentar de algumas coisas legais para fazer outras coisas legais. E foi o que aconteceu.

O retorno ao blog nada mais foi do que uma necessidade de opinar. Expressar sobre sobre uma ocorrência que surgiu. E assim me expressar a respeito do que aconteceu há alguns dias atrás. O tema é: Ao casar convide todos que trabalham ou convivem ao seu redor! E complementando: mesmo que haja pessoas com quem você não conversa ou tem pouca intimidade, convide.

Pois bem... Eu trabalho num setor onde há muitas pessoas. Muitas pessoas em torno de quase 100 profissionais.

Recentemente uma pessoa fez um convite de casamento dela para alguns colegas do nosso setor. Eu só soube que haveria esse casamento através de uma colega (que não foi convidada também, mas que ficou sabendo mediante de um dos convidados ao casamento que é amigo nosso).

Passados uns dias a pessoa casou-se. Vi as fotos pelas redes sociais e tal-tal-tal. Muito bem.

O que me chama a atenção é o seguinte: se eu trabalho numa área e vou me casar, é obrigação minha convidar 100% dos colegas de trabalho, por mais que não se tenha tanta convivência ou que nem fale com algumas pessoas.

Não estou dizendo aqui que a pessoa deveria ter me convidado ao casamento. Se eu fosse convidado claramente me sentiria honrado, feliz e envaidecido. Questão de consideração ao colega independentemente do grau de intimidade que se tenha. Mas muito dificilmente iria, já que a pessoa casou-se em outra cidade e a locomoção até essa comarca seria um tanto complicada.

O que eu penso é que por educação e principalmente respeito, eu e todas as demais pessoas de um setor de trabalho devem receber o convite de casamento. Se a pessoa vai ou não, é outra situação. É questão de lógica: se eu convidar por exemplo 200 pessoas, é claro que uma certa porcentagem (sei lá de quanto) dessa gente não vai, mesmo. Não existe nunca 100% de adesão a algo. Não é necessário preocupar-se com a quantidade que caiba num buffet. É mera questão de lógica. Não se vai todo mundo nunca. E óbvio: principalmente se for casar bem longe. (risos)

Convidar todo mundo não é fazer da sua festa uma "casa da mãe Joana" ou dar de graça comida e bebida para todos. Convidar a todos é simplesmente ser educado. Nada mais. Selecionar somente os "mais chegados" seus para mim isso não rola. Jamais.

Como sempre, o respeito está sempre em ascensão na minha vida. Ninguém é obrigado a concordar e fazer da forma como eu considero correta. Mas enfim...Não é desabafo, é questão de opinião.

Saudações blogueiras.

São Paulo, 01-10-13.

domingo, 23 de junho de 2013

As manifestações, o vandalismo, o beijo na testa inoportuno e a dor de cabeça.

Ocorrência: dezenove de junho de 2013, manhã de quarta-feira.

Ao chegar na entrada do prédio do meu trabalho, vejo o que o povo fez nas ruas do centro de São Paulo na noite de dezoito de junho de 2013: depredações, sujeira, arrombamento e saque em lojas.

Por que isso? Porque o mês de junho foi palco no país inteiro de manifestações como nas ruas de São Paulo e diversas cidades do Brasil contra o aumento das tarifas de ônibus coletivo. No caso de São Paulo, a tarifa havia ido para R$ 3,20 no comecinho do mês. O movimento chamado "Passe Livre" (Movimento Passe Livre (MPL): um movimento social brasileiro defensor da aplicabilidade da tarifa ser zerada no transporte coletivo)  'idealizou' as manifestações pelas ruas, como na Avenida Paulista. Isso contagiou o país inteiro a lutar pela redução nos coletivos de suas cidades. Um movimento que começou pequenininho, transformou-se em 65 mil pessoas em SP, 100 mil no RJ e outras dezenas de milhares em diversas cidades. Algo transformador, diferente, inimaginável, estranho, mágico e surpreendente. Todos os telejornais cobrindo esses acontecimentos que tornou-se "febre" nas mídias de notícias e em muitas praças urbanas e interiores tais movimentos.

O resultado disso foram as diminuições das tarifas dos coletivos em muitas cidades. Em São Paulo, a tarifa que estava em três reais e que havia subido para três reais e vinte centavos, a partir de 24 de junho retornara ao patamar de três reais. Algo inédito no país. Nunca imaginei que uma mobilização fosse ficar tão poderosa a contagiar milhares de pessoas. Destaque para o governador Geraldo Alckmin e prefeito Fernando Haddad que foram categóricos ao afirmarem que não diminuiriam em hipótese alguma as passagens dos ônibus, trens e metrô. Voltaram atrás semanas depois. Trens, metrô e ônibus novamente R$ 3,00.

Amigos meus de redes sociais que eu jamais pensara que iriam às ruas lutar por direitos, surpreendeu-me. Percebi o quanto a coisa estava séria numa proporção monstruosa.

Sempre considerei o país apático, tépido por lutas, pois a cada vez que pessoas queriam sair para criar movimentos em defesa de um coletivo, muitos não se interessavam por medo ou insegurança das consequencias que poderiam-se gerar (como serem demitidos por exemplo). Desta vez puro engano meu.

Convites na rede social Facebook onde 100 mil, 150 mil, 200 mil pessoas aceitavam participar dos movimentos, pasmavam até coronéis da polícia militar. Desse montante de gente, um terço literalmente comparecia. Não eram apenas por vinte centavos de aumento, mas contra a PEC 37, corrupção, lutas por melhorias na educação, saúde, transporte, questionamentos sobre os altos custos com a construções de estádios e despesas com a Copa do Mundo no Brasil em 2014 foram discutidas veementemente.

O Passe Livre disse que não iria mais chamar as pessoas para protestarem contra os aumentos tarifários. Mas a bandeira de sair nas ruas não morreu. Agora são paralisações em muitos lugares, praças e avenidas nas cidades diversas contra outros problemas do país. E curiosas as frases na internet: "Desculpem-nos pelo transtorno. Estamos mudando o nosso país." E outra em que modificaram as palavras escritas da Bandeira Nacional: de "Ordem e Progresso" para "Em Progresso".

Não poderia / não deveria entre as manifestações existir vândalos, baderneiros e bandidos infiltrados. Como falei no começo do blog, infelizmente esses tipos de pessoas causaram depredações, sujeira, arrombamento e saque nas lojas e supermercados.

Agência do Itaú na praça Patriarca, Loja Marisa, Magazine Luísa e Loja Rubi no centro de São Paulo arrombadas e saqueadas, como computadores, eletrodomésticos, jóias e relógios.

Lamentável. Tendo esses tipos de pessoas enfraquecem a ideologia na luta nas ruas por um país melhor. E ao ver a entrada do meu local de trabalho com vidros estilhaçados e tentativa de arrombamento deixou-me triste.

Triste por chegar atrasado ao serviço também. Não estava no pique. Percebi que o dia não parecia estar bem para mim ou favorável. E dito e feito para falar da dor de cabeça que passei dentro do meu local de trabalho.

Uma das coisas que pratico há tempos no meu local de trabalho e que faço com orgulho e prazer é cumprimentar uma por uma cada pessoa quando chego. Aos colegas o velho cumprimento com as mãos e às colegas um beijo no rosto. Um por um diariamente. Gratificante e sem interesse algum praticar esse ato saudável a plausível.

Com as colegas mulheres, algumas eu cumprimento beijando na testa ou na cabeça. Das que eu faço isso, sempre aceitaram naturalmente e numa boa.

Por sorte ou por puro azar, resolvi meio que automaticamente fazer isso pela primeira vez com uma colega. Ao beijar sua cabeça ela se esquivou dizendo:

- Que isso!!?

 Naqueles segundos me afastei da colega e continuei a cumprimentar demais pessoas. Depois que terminei com todo mundo, dirigi-me à pessoa novamente e perguntei:

- Oi, você se assustou com o ocorrido?

Ela:

- Olha eu não gostei do que você fez. Não gostei disso, não.

- Bom...eu sempre faço isso com algumas meninas daqui de beijar a testa de alguma delas.

-Olha...nem meu marido beija a minha cabeça quanto mais você. Não te dei essa liberdade.

Eu:

-Puxa, me desculpa, perdão por isso. Desculpa.

E saí para o meu lugar a trabalhar já num estado de arrasado.

Fiquei mal o dia inteiro. Quase o tempo todo com vontade e chorar quando me vinha na mente aquela cena horrível e desastrosa com a colega.

Algo que considerei e considero louvável e bonito de beijar na cabeça ou na testa das mulheres há anos onde tal acontecimento me derrubara de modo bastante significante.

O dia rendeu brandamente. Fiquei no celular a me lamentar no twitter com estas frases:

Hoje o dia pra sair pra trabalhar foi desagradável. Acho que estou com uma energia ruim que atraiu. É engraçado este estado de momento, de situação comigo. Como entender? E como evitar? Um simples cumprimento...por quê? Maldito cumprimento, maldito beijo na testa. Há males que vem pra bem. Desse fato houve um fator positivo: aprendi a conhecer melhor a pessoa e ela a mim. Nada como estar intimista neste momento... Será que a vida é de fato como diz uma letra dos Titãs: "não é o mundo ideal na cabeça de ninguém"? De volta aos primórdios das situações ruins de anos atrás... Como melhorar-me? Estou mal e triste. :/ :(  Nem ir ao banheiro quero ir só para não me deparar com a pessoa. Que triste.Quando eu estiver numa energia ruim e não estiver com mínima vontade de retirá-la,o que fazer?Quanta falta de compreensão!Às vezes aprendemos que literalmente são poucas as pessoas que se importam com você."Não te dei liberdade. Nem meu marido beija a minha cabeça". Quem tá de fora pode achar engraçado ou ridículo,mas não é. É muito íntimo. Hoje o twitter é pra se lamentar.O que está acontecendo comigo?Vontade de chorar...Sorte nas palavras, azar nos acontecimentos. Ela foi fazer feed back...Como eu odeio cometer vacilos. Como eu odeio! Por que ser tão vaciloso Marcio? Somente as iniciais da pessoa: R. L. C. Pra ficar registrado aqui e no futuro. Um dia da caça e outro do caçador. Um dia a gente consola os outros e no outro, lamentamos, necessitando sermos consolados.Um dia disse que escreveria minha autobiografia chamada " Lamentações de Marcio Gonçalves dos Santos". Aqui parece ser um esboço.Vontade de ir embora...mas não de ir pra casa...mas sim de sair por aí...ficar andando...indo de um lado para o outro...Tô só me segurando. Mas talvez daqui a pouco irei ao banheiro derramar as lágrimas...

E assim foi o meu twitter desse dia dezenove de junho, quarta-feira. Sem alguém para desabafar, ficou no twiter, mesmo:

https://twitter.com/marcioxp2255

No dia seguinte eu dei 'bom dia' a ela e ela nem respondeu. Depois na sexta-feira, dia vinte e um, dei um 'bom dia' e ela respondeu 'bom dia'. Nunca mais tocarei nela e nem aperto de mão sequer. Talvez a palavra "nunca" seja um pouco pesada, mas tudo é eterno enquanto dura. Enfim...

O que este fato contado aqui pode significar? Alguma relação com a ocorrência do vandalismo no térreo do prédio do local do trabalho? Energias ruins desencadearam para tal fato? Como explicar essa ocorrência desses "mistérios" espirituais e de energia?

Tudo resultou com o princípio das manifestações, o vandalismo, o beijo na testa feito pela primeira vez a uma colega que não esperava por isso num momento errado - inoportuno -  e a dor de cabeça gerada em mim.

Beijar na testa significa respeito. Fui ensinado dessa forma desde pequeno. Não precisa ser íntimo de uma pessoa para saudá-la dessa forma. Se ela conhece essa atitude, basta aceitá-la e agradar-se muito disso. Mas claro, nem todos podem concordar com isso, infelizmente. Vivendo e aprendendo.

Sou a favor do amor e do carinho com ENORME  RESPEITO. Eu ainda acredito no ser humano, eu amo as pessoas. Eu deixo a minha carteira de dinheiro em cima da minha mesa e vou ao banheiro ou ao outro andar na plena certeza que estará intacta. Se pudesse beijar 100% de cada colega de trabalho (homem e mulher) na testa eu beijaria com todo o respeito (porque beijar na testa é de fato respeito) faria isso com muito amor. Mas é lógico: nem todos podem aceitar isso devido a diversos fatores como crença, machismo, feminismo, convicções, intimidade e principalmente individualidade de cada ser humano.

Mesmo sendo um post longo, perceba que o título dele com quatro colocações, encaixou-se perfeitamente. Cada situação que descrevi foi conciso. Houve harmonia. Quatro conjuntos de temática que resultaram (ao meu ver) uma perfeita simetria da dissertação.Cabe a você comentar - se quiser -  essa minha experiência pessoal compartilhada aqui neste blog.

É isso. Saudações blogueiras. E vamos seguindo em frente sempre buscando melhorar. Que Deus abençoe a colega que repudiou (com ignorância) meu RESPEITO a ela e abençoe a mim. Tenho dito. Amém.

domingo, 16 de junho de 2013

Copa das Confederações 2013 de futebol.

Dou início a este blog reproduzindo as falas de Joseph Blatter (presidente da Fifa) e de Dilma Rousseff (presidente do Brasil) na:


Abertura da Copa das Confederações 2013 em 15-06-2013 (sábado), com Joseph Blatter e Dilma Rousseff.

JOSEPH BLATTLER: Prezados amigos do futebol de Brasília. Estamos todos unidos hoje para uma verdadeira festa do futebol no país pentacampeão. É um grande prazer em nome da FIFA de dar a bem-vinda e a gratidão às autoridades brasileiras lideradas por Sua Excelência a presidente Dilma Rousseff.

Vaias e aplausos ao mesmo tempo, só que prevalecendo o som das vaias pelo estádio Mané Garrincha (Brasília) como um todo.

JOSEPH BLATTLER: Amigos, amigos do futebol brasileiro: aonde está o respeito e o *fair play, por favor?

Mais vaias.

DILMA ROUSSEFF: Declaro oficialmente aberta a Copa das Confederações FIFA 2013.



* Fair play: No meio esportivo expressão que significa: jogo limpo, justo, jogar sem agredir propositalmente.

Pois é...que fatores estão contribuindo para tais vaias? O que o povo brasileiro -  brasiliense especificamente creio eu -  está insatisfeito? Mudanças (não sei quais) estão por vir. Aguardar. O mundo está mudando bruscamente. Temos que prestar mais atenção nisso lendo jornais e ouvindo as notícias. E perceba que situações de momento logo quando passam, o novo sempre vem. Todos os torcedores imediatamente esqueceram do histórico e memorável episódio de Dilma com o presidente da Fifa Joseph Blatter sendo vaiada para manifestarem o prestígio à seleção brasileira de futebol. E não podemos nos esquecer que nos Jogos Pan-americanos de 2007 e então presidente Lula fora vaiado.

Desde o começo da abertura da Copa das Confederações toda a torcida no estádio exerceu o seu amor à pátria: primeiramente com vaias à autoridade máxima do país e depois curtirem o futebol brasileiro em 15 de junho de 2013, sábado.

Não podemos esquecer também das manifestações feitas por horas e minutos antes da abertura do evento em frente do estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília (DF). Essas pessoas reivindicavam: invistam em educação, segurança, saúde e transporte e não em construção de estádios. Isso é democracia.

O jogo começou rigorosamente 16:00 horas em ponto. Uma pontualidade do árbitro Pedro Proença (POR) com seus assistentes Bertino Miranda (POR) e José Trigo (POR) impecável.

Uma coisa que não gostei nessa abertura foi o padrão imposto pela Fifa de tudo ser em inglês como primazia e depois falar as coisas em português. É território brasileiro. Fora o padrão de cronometragem de duração da partida. Padrão ignorado ao meu gosto, mas enfim. Respeitamos o protocolo. E logicamente: hinos de países deveriam ser executados por completo e não pela metade.

Brasil: 
Júlio César, Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo; Luiz Gustavo, Paulinho e Oscar; Hulk, Fred e Neymar. Técnico: Luiz Felipe Scolari

Japão:
Kawashima, Uchida, Yoshida, Konno e Nagamoto; Endo, Hasebe, Honda e Kagawa; Maeda e Okazaki.
Técnico: Alberto Zaccheroni
Eis os únicos times do mundo inteiro garantidos à Copa de 2014.

O primeiro tempo da partida foi interessante só no comecinho. Aos 3 minutos o Neymar faz o primeiro gol. "Chuparam" o que diziam que ele estava em má fase. Um belo gol.

Depois disso o jogo ficou morninho, morninho e morninho. Algumas faltas, perigos de gol, um cartãozinho amarelo ao jogador japonês, mas nada tão espetacular. Primeiro tempo equilibrado? Não concordo. Poderíamos todos nós termos desligados nossas televisões e ficarmos fazendo quaisquer outras coisas que o primeiro tempo não faria falta alguma. E não fez mesmo.

O segundo tempo foi mais animadinho. Nos dois minutos de jogo o segundo gol da seleção feito por Paulinho.

O engraçado é o Ronaldo comentado. Foi bem ele nos comentários. Mas sua voz é um timbre 100% inigualável e 100% identificável. (Risos).

No jogo a primeira substituição que foi japonesa. O técnico japonês precisava se mexer e fazer alguma coisa. Não é mesmo? Mostrar serviço de técnico.

O interessante foi a torcida pedir Lucas para entrar no jogo. E assim Felipão fez retirando o Neymar.

No meio da partida mais duas substituições: saía Hulk, entrava Hernanes e saía Fred para entrar Jo. No Japão também houve substituição.

E olha só que curioso isso...Quarenta e sete minutos do segundo tempo, último minuto o Jo faz o terceiro gol. Como é o futebol.

Exceto Japão, satisfação geral.
O Brasil continuando a mostrar o futebol que fez nesse sábado irá longe. 

Vejamos as dificuldades que enfrentarão com outros adversários. Vamos ver se haverá tranquilidade nessa competição.

E digo mais: se a seleção vencer esta Copa das Confederações e a Copa do Mundo, digo que o atual presidente da CBF - José Maria Marín -  vai calar a boca de muita gente no futebol e da imprensa esportiva. Isso não é defender ninguém. Apenas coloco fatos e prováveis fatos futuros do que pode ou não acontecerem.

Agora em Fortaleza às 16 horas o segundo jogo do Brasil. Será que haverá manifestações e vaias a quem merece por lá? É o povo exercendo com mais evidência um Brasil melhor para todos com igualdade e justiça, claro.

Vamos observar para onde este país caminha.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Recordações (parte II)

Às vezes penso que nasci numa época errada. Que eu deveria ter nascido nos tempos de hoje. Simplesmente porque adoraria ter podido usufruir de tudo o que a geração atual utiliza em termos de tecnologia na minha infância e adolescência.

Claro, muitos podem dizer que épocas que não existiam smartphone, celular, tablet, iphone, ipad, ipod, MP3 (MP4, MP7, MP10...), os vídeos games modernos (Xbox 300 e Playstation), GPS de ruas, Google e suas diversas ferramentas (Youtube, Google Tradutor, Google Maps, etc), redes sociais e internet a infância era melhor. Bastava termos a TV para assistir, as brincadeiras recreativas e os brinquedos para uma diversão sadia e simples.

Concordo em partes. Não é simplesmente estar desprezando a época em que nasci, Foi uma época linda e maravilhosa. Porém, ela seria mais viva e marcante se eu pudesse ter registrado tudo o que me acontecera com hodiernas câmeras digitais  ou celulares com câmera (se existissem naquele tempo), seja como fotografia ou filmagem, de exemplo. Expor acontecimentos da vida escolar em alguma rede social seria também interessante. Eu teria uma recordação dos momentos passados bem mais fortes do que a mera lembrança longínqua que a memória oferece.

Logicamente, hoje posso ter e fazer tudo isso. Qualquer pessoa que queira faz e pratica. Tudo o que faço hoje, daqui a dez anos nas redes sociais desse tempo passado, doravante posso rever, usufruindo desse prazer de praticar a recordação boa dos momentos pretéritos. Blog, então???!!!!! Nem se fala!! Se há 20 anos atrás existisse o blogger como ele é hoje, mama mia! Que divino! Com certeza para mim isso tudo seria bem mais interessante. Muito mais interessante mesmo. O que me resta é às vezes tentar repor momentos antigos meus e retratá-los aqui no blog no futuro, se Deus quiser.

Tudo tem o que o seu tempo, de fato. Porque o meu tempo de curtir essas tecnologias é presente. Entretanto, felizes sãos os que nasceram na década de 2.000 até hoje (por usufruírem de privilegiadas tecnologias virtuais).

Não sou escravo da tecnologia. Não dependo dela para sobreviver. O velho diário do passado que hoje é o blog dos internautas me seria muito bem vindo. E eu equilibro isso com maestria. Veja dois exemplos:

Amo vinil, adoro o som do vinil. Curto demais ouvir aquele chiado do som da agulha sobre a trilha do disco. Ficar vendo aquele LP girando no aparelho de som me fascinava na infância e me fascina até hoje. Mas não abro mão do meu MP4 onde posso pôr milhares de músicas para ouvir quando quiser.

Amo máquina de escrever. Aquele "tec-tec" será sempre inesquecível. Tabulação e aprendizagem do "asdfg - espaço - hjklç". Lindo! Mas eu não abro mão do meu notebook para usar o word e demais ferramentas que a tecnologia proporciona. Oras, foi no notebook que escrevi esta postagem e a publicação via galaxy do celular. Óbvio.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Os primeiros convidados a participarem.

Olá, caro leitor deste blog. Vou discutir um assunto que a meu ver não é e não será polêmico de forma alguma (pelo menos para mim).

Claro, poderá nos comentários haver discordâncias, de acordos ou outros comentários que os leitores quiserem manifestar-se. Fique à vontade para discussão sadia e inteligente. Escreva abertamente e coloque sua ideia.

No dia 2 de junho e 2013 teve a décima sétima edição da Parada do Orgulho Gay de São Paulo. O lema deste ano foi "Para o armário, nunca mais! - União e conscientização na luta contra a homofobia", para as pessoas assumirem abertamente a sua orientação LGBT.

 Até aí eu concordo em partes. Na minha modesta opinião não sou muito a favor dessa palavra "assumir". O que se faz entre quatro paredes de uma intimidade sexual não diz respeito a terceiros.

Heterossexuais não precisam assumir a sua posição sexual para ninguém. E por que com LGBT deve-se ostentar de modo notório essa posição?

Sexo é algo íntimo. Muito íntimo. Conheço gays que são absolutamente discretos e felizes. Eu não estou dizendo aqui que gays, lésbicas ou bissexuais não devem afirmar sua orientação para as pessoas publicamente. Façam se quiserem fazer livremente. O que não estou de acordo e que deveria sair do termo social é o "assumir" e o "sair do armário".  Fale da sua vida sexual se quiser de modo tranquilo, responsável e seja infinitamente feliz. Falar abertamente deve ser opção e não imposição. Diga se quiser e se não quiser também é uma escolha saudável. Estar seguro de si expressando o que curte sexualmente falando é o que há. Mas se não quer expor nada, bastando estar curtindo seu companheiro ou companheira entre quatro paredes, também está correto.

Discordando disso comente à vontade. Adoro discussões inteligentes. Esse meu conceito que expus não é fundamental. Totalmente aberto para mudar de opinião com outras opiniões, pois mudar de opinião não significa ficar em cima do muro ou demonstrar imaturidade de ideias.

Concordo com Fernando Quaresma, presidente da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo (APOGLBT), que disse que a Parada do Orgulho LGBT não pode ser vista apenas como um carnaval fora de época. Exatamente. Isso mesmo. Abaixo à homofobia, ao preconceito, à intolerância.

Porém, infelizmente o mundo jaz no preconceito. Quem diz que não existe preconceito no Brasil ou no mundo só porque há avanços tecnológicos ou porque estamos no século XXI, engana-se feio.

A manifestação do preconceito e da intolerância não está em bater em gays na Praça da República ou bater com lâmpadas na Avenida Paulista. Lamentavelmente eles são mais obscuros e assustadores.

Eu vejo, eu percebo, eu noto. Isso está nas opiniões das pessoas. São opiniões nas conversas em bares, restaurantes, no trabalho, na balada, nas ruas, no metrô, nos ônibus...

Elas falam claramente nos bate-papos com outras pessoas suas posições. E quem são essas pessoas? Pessoas comuns: donas de casa. pais, mães, trabalhadores, desempregados, religiosos, não religiosos...enfim...pessoas comuns (anônimas - não famosas publicamente) que vivem na nossa sociedade. Brasileiros e brasileiras.

É óbvio, é lógico que, se aparecer um repórter de TV, de jornal, da internet ou de rádio perguntando a essas pessoas o que acham dos homossexuais, falarão aquilo que todos nós conhecemos. O famoso clichê: "Nada contra. Tenho muuuuitos amigos gays." E etc, etc, etc...

São poucos que dão a cara para bater. E por quê não dizer que quase ninguém vai falar expondo uma opinião contra LGBT? Claro. Quem quer ser "linchado" virtualmente de graça nas redes sociais? Está entendendo o que quero dizer?

E câmera sendo desligada e o entrevistador indo embora, "renasce" aquela opinião que sempre tiveram as pessoas de VERDADE.

Faça um teste. Pergunte descompromissadamente para qualquer pessoa ou um (a) amigo(a) seu (ua) a verdadeira opinião sobre gays. Serão poucos a dizer que realmente aceitam e respeitam. E perante um público através de uma câmera darão uma postura de "amigos de todas as gentes", mas que é tristemente mentirosa.

Por isso fica como sugestão minha para combater a eterna luta contra qualquer preconceito que dá luz ao título desta postagem: os primeiros convidados a participar.

Do que estou falando? Simples. Para a próxima Parada do Orgulho LGBT o tema deveria ser esse. Que os primeiros convidados a participarem da Parada sejam os heterossexuais.

Como? Assim: "Tragam suas crianças, seus adolescentes, seu pai, sua mãe e seus avôs e avós. É um evento familiar. Todos podem participar. Não é evento exclusivamente para gays. É um evento de gays destinados para todos, independentemente da orientação sexual. Vocês amados heterossexuais são nossos convidados em primazia. Vamos cultuar a diversidade, o amor ao próximo,à aceitação e principalmente ao respeito." É isso. Fica a ideia no ar.

Finalizando, é isso que tenho a dizer. Fica agora a seu critério concordar, não concordar, escrever do que entendeu ou não entendeu, do que achou importante ou não. Ficarei feliz se houver comentários. É isso aí. Saudações blogueiras mais uma vez.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Virada Cultural de 2011 e a de 2013: síntese de reflexão.

Em 2011 participei pela primeira vez da Virada Cultural de São Paulo.

Foi um evento muito tranquilo e prazeroso de ter participado. Não vi violência, assalto, roubo, furto ou arrastões. Se ocorreu, graças a Deus não as presenciei.

Naquele ano vi a boa e velha performance de índio Chiquinha (artista de rua dançando) e banda U2 cover no shopping Light, do centro da cidade de São Paulo.

Não participei da de 2012 por motivo de força maior, mas resolvi participar neste ano de 2013.

Fui com amigos super legais neste ano, assim como os de 2011.

As únicas coisas boas da Virada Cultural de 2013 foram as sonoridades da música eletrônica (DJs mandando bem) no Largo São Francisco e as excelentes companhias de amigos queridíssimos.

Este ano prevaleceu o forte cheiro de maconha pelas ruas e gente ensanguentada. Vi adolescentes de 14-16 anos bêbados de cair no chão. Polícia que a poucos metros na frente dela existiam brigas e até uma criança de aparentemente 8 anos levando em suas mãos lança-perfume.

Não sei se ano que vem participarei da Virada em eventos externos. Talvez eu vá participar de eventos em SESCs, teatros e nada ao ar livre.

Prestarei mais atenção nas programações e quiçá, curtir eventos externos havendo uma melhor organização da segurança pela prefeitura de São Paulo. Este ano ficou a desejar.

Provavelmente essa não tenha sido apenas a minha reflexão, mas com certeza foi do prefeito Haddad, das autoridades de modo geral e das pessoas comuns que foram e das que não foram também.

Melhorias são sempre bem-vindas.

Ambiente seguro atrai mais pessoas para os espetáculos serem muito mais divertidos e consequentemente trazendo famílias, crianças, idosos e a satisfação do entretenimento fluindo em todos.

Assim espero de 2014. Ano de Copa do Mundo. Estádios de futebol e transporte público...

Simplicidade e poder de síntese é o que há desta postagem.

Saudações blogueiras.







quinta-feira, 23 de maio de 2013

Recordações (parte I).

Recordar é sempre viver. E que bom é poder recordar coisas boas e compartilhá-las com os leitores deste blog.

Esta será uma série que criei - até mesmo como forma de deixar atualizado o blog - com o intuito de descrever bons acontecimentos do passado em minha vida. Chama-se " Recordações".

Também penso em recordar coisas ruins que aconteceram comigo. Não será como sofrer novamente ou sentir outra vez as situações desagradáveis. Nada disso. Passado é passado e ponto. Apenas será - pelo menos para mim - uma forma de aprimorar e enriquecer as experiência pretéritas ao meu presente e consequentemente o porvir. Procurar melhorar sempre é muito bom.

E começo falando de um rodízio de pizzas em 2009.
Esta foto acima eu descrevo as pessoas que aparecem e é assim, da esquerda para direita: Cris Paixão, Cristina Araújo, Roberto Almeida, Vanessinha e Eloise Elaine.

Foi a primeira vez que fui a um rodízio na minha vida. "Nunca antes na minha história" tive essa oportunidade. (Risos).

Hoje eu vou a rodízios quase que ordinariamente.

E é incrível como são as coisas, né? Há situações que para tanta gente é tão normal de se fazer e acontecer e para outros, não. E com quase 30 anos de idade participei de momentos tão fantásticos que nunca ocorreram na infância ou adolescência.

Isso não seria uma queixa ou frustração, mas sim um fato. Uma realidade. Uma falta de recursos para tal ocasião. Absolutamente normal. Hoje, graças a Deus posso desfrutar do está ao meu alcance.

Nesse dia tão especial comi vários tipos de pizza: de atum, calabresa, portuguesa e divinas pizzas doces como de brigadeiro e prestígio.

Fornellos Pizzaria. Avenida Casa Verde, 3614. Tudo de bom. Recomendadíssimo.


Nesta estou aparecendo à direita ao lado da Eloise e da Vanessa.

Em 2.001 concluí o meu Ensino Médio. De lá para cá muitas ocorrências, mudanças, amigos que se foram e amigos que permanecem. Com esses grandes amigos não poderia ser diferente. 

Oito anos depois o nosso primeiro reencontro coletivo. Quão bom foi rever os bons e velhos amigos, trocar ideias, contar "causos", experiências, faculdade e trabalho.

São amizades que prevalecem até o dia de hoje e que espero que se mantenham por muitos e muitos anos.

Abaixo, mais fotos.

Saudações blogueiras.




domingo, 12 de maio de 2013

Feliz Dias das Mães!

Um felicíssimo Dias das Mães para todas as mamães e em especial para a minha chamada dona Alice.

Beijos e te amo muito.

Do seu filho blogueiro Márcio.


quinta-feira, 9 de maio de 2013

A pior atuação do São Paulo no primeiro semestre de 2.013.

Patético. Simplesmente isso.

O princípio da agonia iniciou-se logo no iniciozinho do primeiro tempo com um chute na trave do Ronaldinho Gaúcho. Seria um golaço dele se fosse gol.

Os quatro primeiros minutos eram só o Atlético mineiro dominando a área do SPFC.

Os dois primeiros escanteios favoráveis ao tricolor poderiam ser verdadeiros alívios se neles ocorressem gols. Quando há concentração e foco, ganhar dois gols ou mais seria fácil, com certeza. Não existiu isso no São Paulo. E a evidência foi no resultado da partida.

Logo achei que a maneira como estava o andamento do jogo, o resultado seria um aceitável zero a zero. Blá-blá-blá... "Futebol é uma caixinha de surpresas." Deveras.

Pressão atleticana mineira forte, corte no joelho do Ronaldinho Gaúcho (insignificante que não o impediu a prosseguir no jogo de forma alguma) e o primeiro gol feito pelo jogador Jô culminaram com o começo das dores. Já nessa situação o São Paulo precisava fazer mais de dois gols.

O único sustinho ao Atlético que vi: do Ganso que fez quase um gol bem na área ainda no primeiro tempo.

Puxa, como foi fácil a terceira maior torcida do país perder vergonhosamente para a nona maior torcida brasileira: 2x0, depois 3x0 e logo 4x0. Não é desprezando a posição do ranking do Galo mineiro. O problema é que o SPFC não honrou a posição de terceira maior torcida do Brasil. O fatídico 8 de maio de 2.013 são-paulino era para o Atlético ser considerado umas maiores torcidas das primeiríssimas colocações naquele momento. Certeza, certeza!! Galo de parabéns. Merecida vitória. E era para ser maior esse chocolate. Não duvido se chegasse ao quinto ou sexto gol fácil.

Gol de honra do São Paulo Futebol Clube (Luís Fabiano) aos 31 minutos do segundo tempo. Hunf!!

O narrador esportivo da Rede Globo Cléber Machado falava tanto 4x0, 4x0, 4x0 (já sendo 4x1) que realmente esse golzinho do Luís Fabiano fora insignificante, de fato.

Agora é preciso pensar nesse elenco são-paulino e mexer, dispensar o que não trouxe resultado.

Que esse primeiro semestre sirva de lição ao SPFC. Se quiser ser um time vitorioso não pode nunca mais jogar como jogou no estádio do Independência, em Belo Horizonte. E sou são-paulino! Mas deprimente esse jogo!

sábado, 4 de maio de 2013

O "brigadeiro" de incêndio.

Nada como trabalhar numa grande empresa onde podemos usufruir de conhecimentos que em muitas outras empresas colaboradores não têm essa oportunidade como eu tive de ser um brigadista de incêndio.

Desde 2011 que faço o curso na Rochácara Ecofire, cidade de Itapecerica da Serra, estrada Emiliana Emery, 500, próximo da rodovia Régis Bittencourt. Fiz o curso novamente em 2012 e recentemente agora em 2013. Mas para alguns amigos do trabalho sou considerado o "brigadeiro" de incêndio do prédio onde trabalhamos. Por quê? Explico.

Meu horário de trabalho é das 10:00 da manhã até 19:00 da noite. O curso é período integral das 09:00 da manhã até 18:00 da noite. Tem um ônibus da própria rochácara que nos leva até o local em Itapecerica da Serra. E o ponto de encontro é das 07:00 até 07:15, pois o fretado sai 07:16 para chegar às 08:40 no local do curso.

Bem...se meu horário de trabalho é aquele que escrevi e tenho que estar às sete da manhã para ir confortavelmente de ônibus fretado, como mudar radicalmente o meu corpo e mente para estar acordado sete da manhã sendo que costumeiramente nesse horário ainda estou dormindo?

Complicado, não é mesmo? Quando fiz pela primeira vez o curso em 2011, não estava acostumado a estar tão cedo num lugar combinado. Resultado: no dia de ir para a rochácara cheguei 07:25 no local da partida do ônibus. Quando vi que não havia mais ninguém e muito menos ônibus para levar, concluí o seguinte: já foram, obviamente. O que resta a fazer? Se virar e tentar ir sozinho até lá.

Fiz o seguinte: fui até o meu local de trabalho imprimir o endereço da rochácara. Depois fui à agência bancária sacar uns R$ 250,00 em dinheiro. Pensava eu que gastaria esse valor em táxi até Itapecerica da Serra. Prevenir é melhor que remediar. (Risos).

A linha 4 amarela do metrô já estava funcionando em 2011. Como já sabia mais ou menos o caminho para ir até o local do curso, peguei esse metrô e fui até a estação Butantã. Saí da estação e peguei o táxi até o destino almejado.

No impresso do endereço estava escrito: Rua Emiliana Emery, 500. O taxista ao digitar tal endereço no GPS não identificava a informação processada. Resultado: como não sabia direito onde era e muito menos o taxista, fomos até Itapecerica e de lá nos viraríamos até encontrar. E assim foi a aventura.

Praticamente rodamos a cidade de Itapecerica inteira perguntando: "onde fica a rochácara Ecofire?" Muitos nem sequer ouviram falar a respeito da tal rochácara.

Ainda me lembro quando passávamos pela área comercial de Itapecerica uma moça linda que trabalhava nas Casas Bahia (se não me falha a memória) ficava me olhando, olhando - como se estivesse a fim de mim - e eu passando de táxi. E seguimos em frente e claro, o taxímetro rodando a mil. Já havia ultrapassado mais de 80 reais.

Rodando, rodando e rodando e nada dessa rochácara...até que uma certa pessoa feliz nos indicou o caminho após tantas "perguntadas" (inclusive para um ponto de táxi de Itapecerica que nenhum taxista sabia onde era a rochácara).

Até que enfim nós achamos. O custo do táxi foi de R$ 105,00 reais. Mas o "rapazinho bonzinho" aqui deu mais R$ 20,00 reais ao taxista que me levou por eu considerar "que ele foi muito legal comigo" em se "dispor" a encontrar a "perdida" rochácara.

Eu sinceramente não sei o porquê de às vezes me dar esse baixo QI em alguns momentos e situações a ponto de fazer a tal "generosidade". Ai, ai, ai, ai, viu!! 

Cento e vinte e cinco reais. Que beleza. Cheguei lá por volta de umas nove e vinte da manhã. O curso já estava começando, mas deixaram eu tomar o café da manhã. E seguimos em frente até fim da jornada. O curso foi show de bola.

E por esse motivo que sou chamado de "brigadeiro" de incêndio. Por causa desse episódio. (Risos).

Em 2012 fiz tudo direitinho. Cheguei bem cedo e deu certo. Este ano de 2013 vacilei de novo e cheguei 07:25 da manhã. Todos já tinha ido embora. O mesmo horário da ocorrência de 2011. Mas como já estava esperto e já sabia onde ir e como ir, fui na maior tranquilidade desta vez. Desci na estação Butantã, saquei uns money e fui à procura de um táxi. Desta vez procurar táxi tava difícil. Não encontrava algum sequer. Mas no final deu tudo certo. O taxista estava com o guia de rua e fomos diretamente no caminho correto. Deu R$ 100,00 o valor do táxi. Mas valeu mais uma vez. Cheguei até junto com eles. Tomamos café da manhã com os colegas do curso e mais uma vez na jornada da reciclagem da brigada.

Abaixo algumas fotos de nós apagando um incêndio (2012) e três vídeos que filmei este ano (2013) na rochácara. Vale um destaque para o último vídeo em que molhamos até o nosso instrutor. Foi muito legal.

Saudações blogueiras.











video

video

video

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Seria cômico se não fosse trágico: privacidade versus a liberdade.

Vamos falar agora sobre Facebook e não de Top Term ou Tek Pix, "a filmadora mais vendida do Brasil". (Risos)

O que vou falar é o seguinte. No dia 25 de novembro de 2012 eu e minha mãe (dona Alice) participamos de uma confraternização familiar, organizado pela minha prima Rosana e minha tia Neusa.

Foi tudo muito lindo, muito bacana.  Vieram meus primos, minha tia Elza, filhos dos meus primos, amigos de minha prima e tia Neusa e coisa e tal. Depois de um dia inteiro e belo, à noite fomos para casa e assim passou-se o Natal.

No dia 10 de janeiro de 2013 que foi uma quinta à noite, resolvi postar em meu facebook todas as mais de 200 fotos que tirei da festividade familiar.

Até então minha internet Speedy era de 250 Kbps de velocidade pela qual fiquei aqui em casa por um bom tempo utilizando esse pacote.

Por ser uma velocidade boa, porém limitada, ao postar fotos, abrir ou postar vídeos, ficava muito a desejar a internet. Como postar 200 fotos de uma vez era inconcebível, fiquei postando de 10 em 10, 17 em 17 fotos até consumir tudo. Isso me deixou de tempo umas duas horas "só" dessa dedicação. E depois de postadas da rede social Facebook, resolvi marcar as fotos algumas pessoas e claro, minha tia Neusa. Depois de feito isso, fui dormir feliz, bem e super tranquilo.

No dia seguinte à noite ao utilizar o Facebook me deparo com um monte de mensagens (inbox) automáticas de minha tia Neusa falando para que eu retirasse as fotos dela marcadas por incomodá-la.

Assim:
Márcio, algo nessa foto me incomoda. Você poderia removê-la. Obrigado.

Isso veio várias vezes de todas as fotos que nela marquei. E no Facebook dela havia postado a seguinte declaração:

"Retirei minha Foto do face Portanto Eu
"NÃO QUERO MINHAS FOTOS NO FACE"
OBRIGADA Pela Compreensão!"


Eu fiquei tão nervoso com isso que postei a minha indignação no face:

"Oras...se não quer ter nenhuma foto no face, por que tem facebook, então? Eu não vou excluir as fotos porque o face é meu e coloco aqui o que eu achar legal de ser postado.
Mas respeito é respeito:está sendo apenas desmarcada das fotos. Pronto e ponto. Falei mesmo. Se não gostou pode me excluir. É cada uma...Quer privacidade? Não tenha rede social alguma, então.

#valei-me, meu Senhor Deus!!!!"


Disso que postei ocorreu várias curtidas, comentários contra e a favor e zueiras das pessoas.

Minutos depois minha tia Neusa manda-me uma mensagem:

"Querido, apenas fiz um pedido, Também pedi compreensão./ Sim você é livre para colocar o que quiser, mas se tratando de minha pessoa acho que tenho esse direito de Pedir/ (Tenho rede social porque sou livre para ter o quiser coloco aquilo que me Convém) Sem ferir,magoar e respeitando as pessoas/ Fique Na paz e que Deus te Abençoe!!!"

Meigo? Escreveu bem.

Um dos comentários que teve foi da minha prima (filha da minha tia) com sua também indignação:

 "recado mal criado e desnecessário a alguém que te ama e nunca te destratou. Sua mãe jamais leria uma mensagem dessa da minha parte no face dela, caso tivesse. me pedisse para tirá-la de alguma foto. Em respeito à idade dela, pela consideração, pelo laço de sangue e por amor, eu faria, mesmo não concordando. Não gostei do que fez. MEXEU COM MINHA MÃE, MEXEU COMIGO. Já está excluído do meu face."

 Eu só soube dessa mensagem dela no dia seguinte: 12 de janeiro. 

Olha, quando vi e li, não me abalei e não houve nenhuma sorte de arrependimento da minha parte. Não seria diferente.  Jamais poderia excluir o que escrevi a respeito e sou homem suficiente para responder aos meus atos.

Hoje, um mês depois tudo está como está. Seria cômico se não fosse trágico: privacidade versus a liberdade.

Esta postagem pode ser mais uma exposição (porque envolvo o nome delas). Mas isso é um fato que precisa ser registrado. Aqui quero falar de tudo. É o meu livro eletrônico virtual diário. É um blog, meu blog. Isso é fato marcante da minha vida. Sim. Família.
 
Desde 2010 quando começou essa iniciativa de haver reunião da família com presentes, reencontros e tudo mais, sempre teve fotos. Até então, não tinha minha tia em rede social. Ela só me adicionou entre o fim do ano de 2012 e início de 2013. Aí quando resolvo marcar, dá essa confusão absolutamente ridícula.

Acredito que desta vez não participarei este ano (2.013) dessa "confraternização". Se eu for com certeza vou falar: ninguém deve levar câmeras. Nenhuma. E se levar e tirar, imprima as fotos ou leve nas lojas especializadas para fazerem isso e transformá-las em álbum FÍSICO de fotos. Nada virtual ou marcar pessoas...Brincadeira, viu!!!

Pô...se eu vou com uma câmera a um evento qualquer é para tirar fotos. Certo? Certo. E se eu tiro fotos elas terão um destino. Correto? Correto. Elas não vão ficar eternamente no cartão de memória da máquina fotográfica ou dentro de um computador. No meu caso, vou postar nas redes sociais, como Orkut, Facebook, Google + ou qualquer outra rede social que venha surgir ou superar estas atuais de 2013.

Olha, absoluta certeza eu tenho: se eu não gostasse de rede social não teria nem câmera fotográfica para se ter uma ideia. Ela seria inútil totalmente. Celular, então? Nem se fala. Seria o mais simples da loja.
 
Bom, é isso. Opine, discorde, concorde ou só leia e tire suas próprias conclusões a respeito. Aqui é livre para escrever.

Saudações blogueiras.

sábado, 12 de janeiro de 2013

O descaso.

Nesse comecinho de janeiro resolvi trocar a carcaça do meu celular Samsung na Sucesso Celulares, Rua Quintino Bocaiúva, número 21, centro, Sé, São Paulo.

Qual não foi a minha surpresa do "técnico" em dizer que a placa do celular parou de funcionar com a carcaça nova. Então ele resolveu trocar a placa por outra. Também não funcionou.

A enrolação começou a partir de então. Dizia que ficaria pronto na hora X. Quando você chega na hora X, ainda não está pronto. Aí o "técnico" fala: venha mais tarde na hora Y que vai estar arrumado. Vamos para a hora Y e nada. "Passa amanhã na hora tal que com certeza vai estar pronto." E assim foi. Chega-se no dia seguinte e nada. Trocam a carçaca outra vez por outra para ver se a placa "reanima". E foi enrolação em cima de enrolação.

Foram dois dias seguidos assim: marcam uma determinada hora que vai estar pronto e quando você chega no horário estabelecido, não fica pronto e marcam para mais uma outra hora.

Quando finalmente estava arrumado, levei embora e percebi o estado em que deixaram o celular. Mal encaixado, botões tortos e imagem da TV digital arranhada em todos os canais. Voltei para que arrumassem.

E mais descaso em cima de descaso. O "técnico" disse que arrumar esse problema da TV seria facinho e que por volta do meio da tarde estaria arrumado.

Vim para o meio da tarde conforme ele tinha dito e ele me fala que o celular parou de funcionar outra vez. Que beleza. é cada gente "competente" que você fica deslumbrado.

Até uma das mulheres ("Sucesso" Celulares) disse que não sabe o motivo porque deu todos esses problemas.

Placa nova, carçaca nova e não funciona????????? Tem alguma coisa errada. Ou o celular nas mãos deles ficou zicado ou foi incompetência e negligência por parte dos "técnicos". A segunda opção é a mais óbvia, principalmente pelo estado físico que deixaram o celular. Não era nem placa nova e sim uma usada, pelo fato de nela haver várias fotos de pessoas que nem conheço por terem sido gravadas na memória da placa. Eh, servicinho de porco, viu!!!

Então resolvi esquecer o celular por um momento, deixando quase 3 dias seguidos sem eu ligar para a "Sucesso" Celulares e sem sequer ir lá para ver como se encontrava.

Passados esses dias fui na quinta, dia 10 de janeiro buscar o celular na certeza absoluta de que estava consertado finalmente.

E para minha surpresa ao chegar lá o celular não estava arrumado. Pelo contrário, estava até meio desmontado. Durante esses quase 3 dias ele ("técnico") nem sequer mexeu nele alegando muito serviço, resolvendo problemas e tal-tal-tal. Até mesmo no começo desse descaso o "técnico" faltou. Tinha eu entregue no primeiro dia e no dia seguinte ele falou para resolver problemas pessoais. Daí então o rolo não parou mais a partir desse instante.

Além de ter que que arrumar o celular, ele tinha que "ressuscitar" a placa que havia parado de funcionar.

Eu até discuti: como você fica todo esse tempo sem eu vir aqui e não arruma ele? Aí ele me garantiu que desta vez no horário das 17 horas daquele dia 10 estaria arrumado. Eu indaguei: vai mesmo estar pronto nessa hora? Nesses dias todos vocês só prometeram, prometeram e prometaram arrumar estando pronto nos horários que diziam e nada. Às 17 horas vai estar pronto ou quando eu chegar às 17 horas vocês vão falar para eu vir às 19 porque não deu para arrumar? Desta vez ele cumpriu. Mas antes eu pensei: hum, se não arrumou em 3 dias, vai arrumar em 4 horas? Desta vez foi. E falei para devolver a placa que não iria arrumar coisa alguma. Ele devolveu (mesmo demorando, porque ficou uns 5 minutos só procurando a placa nas gavetas e eu lá esperando impacientemente).

Mas quando cheguei no escritório para ver com mais detalhes como ficou o celular. Os botões do aparelho não estavam funcionando, só a parte da tela de toque.

Veio a música do Fábio Junior na cabeça: "Não, eu não consigo acreditar no que aconteceu..." (Risos).

Aquela situação: no começo eles são ótimos, no meio eles ficam mais ou menos e no fim tornam-se péssimos. Foi o que aconteceu. Nem a máquina de pagamento deles funcionava. Tinha que pagar em dinheiro vivo: R$ 140,00 foi o preço pago pelo "excelente" serviço prestado pela Sucesso Celulares.

Se um dia um deles lerem este post, digo: seriam referência, com plena certeza. Pegaria vários cartões de visita deles e divulgaria: problema no celular? Vai naquela ali que fica na rua tal, nome tal e etc porque eles são muito bons. Já era. É difícil ser eficiente, né? Já ser ineficiente parece ser mais fácil. E olhe que ficam num bom ponto e onde poderiam honrar o título do estabelecimento que tem. Para mim é Fracasso Celulares.

Neste post está o nome e o endereço deles. Quem quiser ir lá, vá. Quem sabe eles são eficientes com vocês, coisa que não foi comigo. Que Deus os abençoe e mim também.. Amém.

Poderia consultar advogado, código de defesa do consumidor, chamar o Celso Russomanno, a polícia ou sei lá o que, mas deixei para lá. Do que adianta eu devolver para eles arrumarem os botões se já fizeram tanta cagada no celular? Ficaria mais quanto tempo arrumando? Não. Para não estressar mais, deixei quieto.

Na sexta eu tive que comprar outro celular. Até no facebook eu postei perguntando qual celular comprar com TV digital e acesso às redes sociais. Comprei um bonzinho, tô satisfeito.

Já o meu outro e problemático celular deixei ele nas mãos de outro técnico. Quando disse dos sucessivos erros e problemas nele apresentados ele até na nota escreveu que se não se responsabiliza por outros problemas que vierem a ser apresentados. Desde que fique bonzinho, tá valendo. Um prazo de uma semana para ele arrumar. E claro, arrumar a placa é incumbência dele também. Vamos ver.

Saudações blogueiras.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

A morte do meu pai conhecida por mim apenas 2 meses depois.

Hoje, 9 de janeiro, re-estréio meu blog de 2013 com uma notícia triste: soube hoje da morte do meu pai ocorrida (segundo informações) em 02 de novembro de 2012. Praticamente 2 meses depois de seu falecimento. E ele faria aniversário de 73 anos em janeiro de 2013.
Por que dois meses depois? Porque eu não tive mais contato com ele. E são muitos anos que esse afastamento ocorreu.
Os motivos são diversos como atritos com minha mãe, desavenças, contendas e uma série de outros fatores que desencadearam essa distância.
Digo sinceramente que não me fez falta durante todo esse tempo. Mas foi triste saber.
Minha mãe recebe uma pensão alimentícia desde 1994. No final de 2011 meu pai entrou com uma ação anulando esse benefício pelo fato de eu já estar maior de idade desde então.  Alegou também passar por problemas de saúde, de locomoção e de necessidade.
Veio naquele instante de 2011 um oficial de justiça na porta de casa para que eu assinasse o meu "ciente" da anulação do ganho e que teria um x tempo para que eu recorresse dessa aplicabilidade judicial.
Resolvemos por decisão conjunta (minha mãe, minha irmã e eu) não aderir a essa apelação e deixar as coisas correrem normalmente e que outras fontes de renda seriam tranquilamente conquistadas para se suprir a ausência desta.
Minha mãe durante um pouco tempo ficara muito chateada e incoformada com essa atitude de meu pai. Ela não aceitava ele fazer isso depois de tantos anos ausente, sem nenhuma comunicação e em decorrência de diversos males ocasionados em nosso lar há alguns anos.
Os meses se passaram e a pensão caía na conta dela normalmente até então no fim de dezembro de 2012 ela não recebeu o décimo terceiro salário.
Já pensamos tratar-se da decisão do juiz em anular o direito concedido à minha mãe por minha causa quando era menor de idade.
Foi aí então que ela e minha tia Elza resolveram ir até a prefeitura (numa unidade que fica na Galeria Prestes Maia) saber o que de fato ocorreu.
Elas foram no final da manhã e só saíram no meio da tarde de lá. Liguei algumas vezes para saber o resultado até que por volta de umas 15:30 da tarde ela me disse o que havia acontecido: a morte do meu pai. Por isso que ela não recebeu o abono do décimo terceiro.
Foi surpreendente. Chocante para mim. Mas não me abati. Até colegas de trabalho me sugeriram que eu fosse embora para ficar com minha mãe ou ficar sozinho. Nada disso. Fiquei trabalhando e seguindo minha vida na labuta. A distância dele de fato cauterizou a minha sensibilidade de não me entristecer ou de chorar. Na hora da notícia foi um boom, mas logo em seguida fiquei restabelecido do comunicado.
É isso. Podem comentar qualquer coisa a respeito neste post, seja agora ou no futuro de anos próximos, pois isso é marco. Está registrada o acontecimento, mesmo tardio, do que se manifestou.
Seguiremnos nossas vidas e levando a vida na paz de Deus.
Descanse em paz, meu pai Carlos Machado dos Santos Filho: 07-01-1940 #
                                                                                                    02-11-2012.